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O problema clássico da carteira VIP: o benefício que era exceção vira expectativa, a expectativa vira direito adquirido, e em doze meses o programa é uma tabela de desconto que ninguém consegue reduzir sem perder o jogador.
Estou redesenhando o nosso e queria evitar repetir isso.
- Vocês trabalham com benefício recorrente (cashback fixo, limite maior) ou benefício episódico (convite, experiência, tratamento em caso específico)?
- Existe critério de saída do programa que é aplicado de verdade, ou na prática ninguém sai?
- Como vocês comunicam redução de benefício sem queimar a relação?
- O gestor de conta tem alçada para dar benefício fora da régua? Se tem, como isso é controlado?
Quem já teve que "desmontar" um programa inflado, o relato vale ouro aqui.